Mudam-me, engolem minha pureza e inocência - ou o que sobrou delas - saboreando a vitória. Suspiro ainda acreditando que possa sobreviver a isso tudo, como se voltasse à minha gênese - mas, meus amigos, todos sabem que é impossível voltar no tempo... ainda mais com tudo o que caminha e escorre como magma escaldante pelo vazio do que ainda pode se chamar de encéfalo.
Se o homem realmente se preocupasse com seu futuro, estaríamos vivendo em harmonia... o planeta não teria de ser recoberto por sua mortalha ao invés do que hoje chamamos de atmosfera.
Maldita sociedade, maldita fase da minha vida.
Lestat de minha existência, - sociedade maldita- deixe-me livre para partir do Caos... deixe que minhas asas alcancem ao menos um sonho.
Ó Lestat de Lioncourt, sou jovem demais para sucumbir às suas presas.
Maldita sociedade. Vamos matá-la! MUHAHAHA
ResponderExcluirAmei. Eu já disse que escreve incrivelmente bem?