E o fogo subia transformando, consumindo, bebendo das mutiladas árvores que antes dançavam e transpiravam o sereno das noites na aldeia.
Esvoaçando faceiras, as pequeninas partículas de fuligem salpicavam o ar de magia e os olhos de tudo que tinha vida lacrimejavam da mais pura emoção. Mesmo assim era possível sentir o óculo arenoso, ardente, incômodo, de forma que só cobertos sanava-se a dor. Ninguém o fez. Folhas, bichos, índios, natureza. Ninguém tampou os olhos... para que se visse a beleza do fogo até a última chama a suspirar na madrugada.
NATUREZA. Eu adoro a natureza. HAUAHIU Eu tenho que comentar sempre que me impressiono com a sua riqueza, a sua essencia e todo o contexto dos seus "contos". Para mim, isso é um poema inserido na forma de prosa, por que né!
ResponderExcluirE pelo o amor, suas metáforas e comparações são perfeitas! E esse fogo, meu elemento, ihu! Chega HUAAHI
O fogo respira, consome, awn, e é tão belo. (L)